Egyptoblog

Blog de l'Association Egyptologique du Gard
Nov
05

L'Egypte récupère 354 objets antiques auprès des Emirats

L'Egypte a récupéré auprès des Emirats arabes unis 354 objets antiques présumés volés de diverses périodes, a indiqué le ministère égyptien des Antiquités.

"La police dans l'émirat de Charjah a pu saisir ces pièces", a annoncé le ministre égyptien des Antiquités Khaled El-Enany, cité par dans un communiqué après avoir inspecté les pièces samedi soir au musée égyptien du Caire.

Le ministère n'a pas donné de détails sur les circonstances de la saisie des pièces aux Emirats arabes unis, mais il a précisé que l'émir de Charjah, cheikh Sultan Bin Mohammed al Qasimi, avait ordonné le retour des pièces en Egypte.

"Les objets antiques récupérés sont de diverses périodes depuis l'ère pharaonique, jusqu'à des pièces de la période islamique", a précisé Shaaban Abdel Gawad, chef du service des rapatriements au ministère des Antiquités, cité par le communiqué. 

Les objets retrouvés comprennent une poterie portant le nom de Ramsès III qui a régné sur l'Egypte de 1183 à 1152 avant Jésus Christ. Parmi eux figurent aussi plusieurs statues en bronze à l'image de dieux égyptiens, dont Isis et Osiris, ainsi que des pierres tombales de la période islamique.

L'Egypte, particulièrement riche en trésors archéologiques, rapatrie régulièrement des objets volés.

Parallèlement, Le Caire fait campagne pour le rapatriement d'objets actuellement exposés dans les musées européens, comme le célèbre buste de Néfertiti à Berlin.

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Nov
04

Streit um Hohlraum in der Cheops-Pyramide

Kaum ist die Nachricht über einen bisher unentdeckten Hohlraum in der Cheops-Pyramide veröffentlicht, kommt auch schon der Ärger von allen Seiten. Ohne ihre Ergebnisse zuerst mit Ägyptologen zu besprechen, haben die Wissenschaftler des ScanPyramids Projekts ihre Ergebnisse direkt veröffentlicht, so der Vorwurf. Das Antikenministerium reagiert dementsprechend verschnupft auf die vorschnellen Äußerungen der Forscher, die von […]

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Nov
02

ScanPyramids: Großer Hohlraum in der Cheops-Pyramide?

Gibt es geheime Kammern in der Cheops-Pyramide oder nicht? Diese Frage bechäftigt schon seit vielen Jahrzehnten Forscher und Pseudo-Wissenschaftler. Nun wollen Forscher dank einer neuen Technologie eine 30m langen Hohlraum innerhalb der Pyramide entdeckt haben. Doch handelt es sich dabei wirklich um eine geheime Kammer? Wir hatten mehrfach über die Myonentechnik berichtet und auch, dass […]

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Auteur d'origine: Selket
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Nov
02

Égypte: une cavité grande comme un avion découverte ...

Une équipe internationale de scientifiques a annoncé, ce jeudi, avoir découvert un espace vide de 30 m de long au sein de la célèbre pyramide de Kheops, sur le plateau de Gizeh, en Égypte. Une surprise que dissimulée depuis 4 500 ans.

Cette cavité est « tellement grande », c’est comme « un avion de 200 places en plein cœur de la pyramide », explique à l’AFP Mehdi Tayoubi, codirecteur du projet ScanPyramids, à l’origine de la découverte.

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Nov
02

Égypte: une cavité grande comme un avion découverte ...

Une équipe internationale de scientifiques a annoncé, ce jeudi, avoir découvert un espace vide de 30 m de long au sein de la célèbre pyramide de Kheops, sur le plateau de Gizeh, en Égypte. Une surprise que dissimulée depuis 4 500 ans.

Cette cavité est « tellement grande », c’est comme « un avion de 200 places en plein cœur de la pyramide », explique à l’AFP Mehdi Tayoubi, codirecteur du projet ScanPyramids, à l’origine de la découverte.

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Nov
01

Estudar o Egito Antigo no Brasil é difícil, mas não impossível

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

O Egito Antigo é alvo de muito fascínio ao redor do mundo. Diferentes pessoas advindas de diferentes culturas sempre se encantam pela terra dos faraós e consomem diversos materiais sobre o tema. Entretanto, entre alguns o amor a esta antiga civilização vai além e vira o desejo de se tornar uma profissão.

Existe uma disciplina chamada Egiptologia, que trata do estudo do passado egípcio (dando maior destaque aos períodos anteriores a dominação romana). Sumariamente europeia, ela nasceu após a invasão napoleônica em 1798, sendo desenvolvida após a decifração dos hieróglifos egípcios por Jean-François Champollion (1790-1832). Foram então os franceses e paralelamente os ingleses quem, a priori, monopolizaram os estudos do passado egípcio seja possuindo as maiores cadeiras de Egiptologia, ou comandando as principais missões de Arqueologia do país. O Serviço de Antiguidades por exemplo, que atualmente atende por Supremo Conselho de Antiguidades (e que está dentro do Ministério das Antiguidades) foi criado em 1858 e até 1953 sua direção esteve nas mãos de franceses.

Egyptology

The Golden Mummy

Mas, com os últimos desenvolvimentos da disciplina o comando do estudo da Egiptologia tem saído da Europa e ido para potências americanas tais como Estados Unidos e Canadá e orientais, a exemplo do Japão. E somado a isto está o investimento em educação por parte de países em desenvolvimento, levando cada vez mais jovens a se interessar em seguir o seu sonho em uma carreira na Egiptologia.

P1010728

Sem título

Egiptólogos em ação.

Contudo, para aqueles que vivem em países que não possuem uma cadeira na área, a exemplo do Brasil, seguir esse interesse profissional está mais para um sonho do que realidade. Isto porque não dependem somente de fatores sociais, mas de professores disponíveis ou dispostos a orientar. Assim, é possível entender a pressão para que o aluno procure por universidades estrangeiras.

Ainda demorará alguns anos para que o Brasil tenha uma cadeira em Egiptologia. Felizmente alguns passos já estão sendo dados como a realização de cada vez mais cursos de extensão e palestras voltadas não só para acadêmicos, mas também para o público curioso. Assim como  mais conclusões de cursos defendidas, artigos publicados e o mais notável: trabalhos que estão saindo do eixo Rio de Janeiro/São Paulo. Sem contar as participações em escavações em sítios arqueológicos egípcios (neste caso para quem tem interesse na Arqueologia).

Egyptology

O estudante brasileiro em uma graduação ou em um mestrado interessado em trabalhar de forma acadêmica o Egito Antigo encontrará várias dificuldades em seu caminho. E certamente no futuro não trabalhará diretamente na área, dependendo assim da sua formação base como historiador ou arqueólogo. É a realidade pura e simples. Alguns tentaram realizar o seu sonho e outros desistirão por conta das dificuldades financeiras, ou da ausência de apoio por parte da família ou mesmo de seus próprios pares.

Egyptology

Parece que estou criando um cenário pessimista, mas, o que eu quero realmente com este texto é que vocês estudantes mantenham os pés no chão. Nos últimos anos pessoas na TV e na internet têm tentado nos vender a ideia de que se você for perseverante e trabalhar duro conseguirá realizar os seus sonhos. Entretanto, existe certa mentira aí. Sonhos não se realizam somente com suor e lágrimas, infelizmente necessitam também de capital e suporte dos pares. Sem contar os muitos “nãos” no meio do caminho. Por isso, caso queira se aventurar em estudar academicamente o Egito Antigo no Brasil lembre-se que terá que tratar com diferentes situações a curto ou a longo prazo desde dificuldades financeiras a ausência de auxílio.

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Mesmo sabendo disso você quer tentar? Se sua resposta é “não” nós que estamos nesta batalha há mais tempo entendemos totalmente. O meio acadêmico não é fácil o por vezes pode ser um território tóxico. Mas, se for sim: bem-vindo! Você possivelmente passará por momentos ruins, mas tente ter um grupo de apoio. O meu está sendo a minha família, alguns amigos e professores. Qual seria o seu?

 

No canal do Arqueologia Egípcia existe uma playlist onde respondo questões dos leitores. Já respondi algumas relacionadas com a Egiptologia. Se for do seu interesse clique aqui para assistir ou veja abaixo:

Auteur d'origine: Márcia Jamille
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Oct
31

OBSTETRIQUE - VII

Article complet du lundi 1er novembre 2017 :

(mis en ligne le 30 octobre 2017)

CLINIQUE OBSTÉTRICALE - VII

 

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• Richard-Alain JEAN, « Clinique obstétricale égyptienne - VII . Le diagnostic différentiel (1) : Les tumeurs bénignes. Les tumeurs malignes. Les problèmes hépatiques », dans Histoire de la médecine en Égypte ancienne, Angers, 1er novembre 2017.

 

Disponibilité (gratuit)

Cliquez :  Obstétrique - VII

 

Auteur d'origine: richardalainjean
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Oct
12

10 brinquedos do Egito Antigo que você precisa conhecer

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Muitos brinquedos da antiguidade egípcia são bastante parecidos com os nossos atuais. As crianças do Período Faraônico poderiam se distrair brincando com bonecos de pano ou madeira, animais com bocas móveis, bolas, jogos de azar ou aqueles que envolviam o raciocínio. Os arqueólogos encontraram ao longo dos anos uma série de artefatos do tipo, mas a pena é que entre alguns o uso se perdeu com o tempo.

Nesta modesta lista vocês poderão conferir um pouco deste lado lúdico dos antigos egípcios e quem sabe rememorar a sua própria infância.

1 – Jogo dos cães contra chacais:

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Fonte: Met Museum

Este jogo possui uma gaveta para armazenar as peças as quais são cinco pinos com cabeças de cães e cinco com cabeças de chacais. Já o tabuleiro tem a forma de uma lâmina de machado e possui 58 furos na superfície, além do desenho de uma palmeira e um sinal de shen no centro. O shen era o símbolo hieroglífico para ouro. Como outros jogos advindos do Egito Antigo não se possuem registros de quais eram as suas regras. Howard Carter e Lord Carnarvon em sua publicação Five Years of Explorations at Thebes, A Record of Work Done 1907-1911 (1912, página 58) deduziu como ele pode ter funcionado:

“Presumindo que o símbolo ‘Shen’… seria o objetivo, encontramos em ambos os lados vinte e nove buracos, ou incluindo o objetivo, trinta à parte. Entre esses buracos, de cada lado, dois estão marcados… ‘nefer’, ‘bons’; e quatro outros estão ligados entre si por linhas curvas. Supondo que os buracos marcados como ‘bons’ incorrem em um ganho, parece que os outros, conectados por linhas incorrem em uma perda. Agora, os movimentos em si poderiam ter sido facilmente definidos pela possibilidade do lançamento de ossos ou dados… e, portanto, temos diante de nós um jogo de azar simples, mas excitante”.[1]

Esta peça pertence ao Médio Reino, 12ª Dinastia.

2 – Senet

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Fonte: Egypt About

O senet era um jogo de tabuleiro o qual era dividido em três fileiras de dez quadrados. Alguns dos quadrados tinham símbolos que representavam a má e boa fortuna. Sabe-se que era um jogo de estratégia, mas não existe certeza de quais eram as suas regras. Entretanto, no geral a crença é de que o vencedor era aquele que conseguisse levar suas peças para o final do lado do seu oponente.

3 – Cavalo com rodinhas

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Fonte: British Museum

Outrora colorido, este cavalinho de madeira com rodinhas provavelmente era puxado por uma cordinha, a julgar pelos orifícios que se encontram na área da sua boca. Esta peça foi datada como sendo do Período Romano.

4 – Boneco de madeira representando uma pessoa moendo grãos

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Fonte: Rob Koopman

Não são somente as nossas atuais Barbies que exercem profissões no mundo das brincadeiras. Entre os antigos egípcios brincar de estar exercendo alguma tarefa na comunidade também era comum. Neste exemplo temos uma pessoa segurando uma pedra que serve como um moedor de grãos. O brinquedo possui uma mecânica que torna capaz o indivíduo que está brincando poder mover o bonequinho: puxando a cordinha o tronco dele se move fazendo com que ele se mexa como se estivesse moendo grãos.

5 – Gato de madeira

 

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Fonte: British Museum

Este gato de madeira (ou talvez uma leoa) com dentes de bronze poderia ter sua mandíbula mexida graças a uma corda (a qual atualmente é uma réplica) que atravessa a parte superior da sua cabeça. Este exemplar provavelmente pertente ao Novo Império.

6 – Rato de cerâmica e madeira

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Fonte: British Museum

Este é um rato feito de cerâmica e possui uma mandíbula de madeira articulada, que era operada por um fio. A questão é: como se brincava com ele?

7 – Mehen

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Fonte: Neues Museum

O mehen, que também é chamado de Jogo da Cobra, trata-se de uma placa circular que mostra um padrão imitando este animal. Seu nome faz referência ao deus Mehen, divindade relacionada justamente com as cobras. Embora apareça em alguns registros iconográficos não se sabe quais eram as suas regras.

8 – Bola

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Fonte: British Museum 

As bolas egípcias naturalmente eram diferentes das nossas. No caso da antiguidade elas eram feitas com farrapos de tecido, couro, folhas de palmeira ou outros vegetais, que usualmente eram atados com cordas. Contudo, existem exemplos ocos deste brinquedo.

9 – Bonecos de pano

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Fonte: British Museum

Bonecos de pano também faziam parte da brincadeira. Feitos usualmente de linho e recheados com trapos e papiro, eles eram enfeitados com ornamentos, a exemplo desta peça, que no passado provavelmente possuía um pequeno enfeite para cabelos. Pensa-se nisso por conta da presença de uma pequenina pedra azul na lateral esquerda da sua cabeça. Esse artefato é datado do Período Romano.

 

10 – Dados

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Fonte: Met Museum

Em sítios arqueológicos egípcios foram encontrados diferentes tipos de dados onde alguns lembram os nossos usuais de seis lados (com direito ao uso de pontinhos para, provavelmente, indicar quantidades) e outros de formato poliedro, muito parecidos aos utilizados pelos jogadores de RPG. Não se sabe os tipos de regras que envolvem um dado poliedro, mas acredita-se que eles poderiam ser utilizados tanto para jogos, como para adivinhações oraculares. Este da imagem é datado do Período Greco-Romano.

Fontes:

[1] Game of Hounds and Jackals. Disponível em < https://www.metmuseum.org/art/collection/search/543867 >. Acesso em 11 de outubro de 2017.

Ancient Egyptian Games. Disponível em < http://www.ancient-egypt-online.com/ancient-egypt-games.html >. Acesso em 11 de outubro de 2017.

The Game of Senet. Disponível em < http://www.gamecabinet.com/history/Senet.html >. Acesso em 11 de outubro de 2017.

Para fontes adicionais consulte as legendas das imagens.
Auteur d'origine: Márcia Jamille
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Oct
02

OBSTETRIQUE - VI

Article complet du lundi 02 octobre 2017 :

CLINIQUE OBSTÉTRICALE - VI

 

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• Richard-Alain JEAN, « Clinique obstétricale égyptienne - VI . L’inspection des membres inférieurs. Les signes sympathiques de la grossesse », dans Histoire de la médecine en Égypte ancienne, Angers, 2 octobre 2017.

 

Disponibilité (gratuit)

Cliquez :  Obstétrique - VI

 

Auteur d'origine: richardalainjean
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Sep
05

OBSTETRIQUE - V

Article complet du mardi 05 septembre 2017 :

CLINIQUE OBSTÉTRICALE - V

 

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• Richard-Alain JEAN, « Clinique obstétricale égyptienne - V . L’inspection de l’abdomen. La grossesse extra-utérine », dans Histoire de la médecine en Égypte ancienne, Angers, 5 septembre 2017.

 

Disponibilité (gratuit)

Cliquez :  Obstétrique - V

 

Auteur d'origine: richardalainjean
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